Quinta-feira, 23 de abril-(04) de 2026
No centro do furacão estavam o prefeito eleito Fábio Rolim Peixoto, o vice-prefeito Saulo Rolim Soares Filho e o então secretário Helder Marinho Diniz.
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| Arte: Portal Sem CensuraPB |
Uma disputa que incendiou os bastidores da política em
Caldas Brandão chegou ao seu desfecho — e não foi nada do que muitos esperavam
Após acusações graves de uso da máquina pública e suposto
abuso de poder político e econômico durante as eleições de 2024, a Justiça
Eleitoral finalmente se pronunciou. No centro do furacão estavam o prefeito
eleito Fábio Rolim Peixoto, o vice-prefeito Saulo Rolim Soares Filho e o então
secretário Helder Marinho Diniz.
💥 A denúncia era
explosiva: um aumento de mais de 300% na distribuição de benefícios sociais em
pleno ano eleitoral levantou suspeitas de compra indireta de votos e uso
político de programas assistenciais.
Mas… veio a reviravolta.
⚖️ DECISÃO SURPREENDENTE
Mesmo diante dos números impressionantes, a Justiça concluiu
que não houve qualquer prova concreta de uso eleitoreiro dos benefícios.
Segundo a sentença, o programa social já existia desde 2011
e seguiu critérios técnicos, com análises feitas por assistentes sociais.
Testemunhas foram categóricas: não houve pedido de voto, pressão política ou
favorecimento direcionado.
Mais impactante ainda: o próprio Ministério Público
Eleitoral se posicionou pela improcedência da ação.
🚨 O DETALHE QUE MUDA TUDO
Um ponto chamou atenção e enfraqueceu drasticamente a
acusação: pessoas ligadas à oposição também foram beneficiadas pelo programa.
Para a Justiça, isso desmonta a tese de uso político dos
recursos. Afinal, por que favorecer adversários
📉 SEM PROVAS, SEM PUNIÇÃO
A decisão foi direta: não há provas robustas, nem gravidade
suficiente para anular o resultado das urnas.
Com isso:
* ❌ Nada de cassação
* ❌ Nada de inelegibilidade
* ❌ Nada de multas
✔️ Resultado mantido
✔️ Mandatos preservados
* ❌ Nada de inelegibilidade
* ❌ Nada de multas
✔️ Resultado mantido
✔️ Mandatos preservados
🎯 O VEREDITO FINAL
A Justiça foi clara: o caso não passou de suspeitas sem
comprovação.
Agora, fica a pergunta que ecoa nos bastidores e nas ruas:
👉 Foi uma tentativa
legítima de fiscalização… ou uma batalha política que não se sustentou nos
fatos?
PORTAL CONTINENTAL com Assessoria

