Sábado, 07 de janeiro de 2016
Tiros foram disparados no Aeroporto Internacional Fort
Lauderdale–Hollywood, na Flórida, na tarde desta sexta (6). O gabinete do
xerife do condado de Broward informa ao Twitter que há cinco mortos e que oito feridos
foram levados a um hospital. Um atirador já está sob custódia da polícia.
A CNN diz que a
polícia confirmou que o atirador detido agiu sozinho, mas ainda não se sabe sua
motivação. Todos os serviços do aeroporto foram suspensos. As decolagens foram
canceladas e só terão autorização para pousar aviões que já estejam a pelo
menos 50 milhas do local, enquanto os demais serão desviados para outros
aeroportos.
Segundo a Fox News,
há mais tiros sendo disparados no estacionamento do aeroporto e testemunhas
dizem que foram orientadas a se abaixarem e não se mexerem. A emissora também
relata que há pessoas saindo correndo do Terminal 1.
A TSA, responsável
pela segurança nos aeroportos, postou no Twitter que há um atirador
"ativo" e que as pessoas devem buscar abrigo.
O que sabemos até agora:
Um atirador deixou cinco mortos no Terminal 2 do aeroporto de Fort
Lauderdale
Atirador agiu sozinho e está preso, segundo a polícia
Oito feridos foram levados a um hospital, segundo xerife
A Fox News diz que mais tiros foram disparados no estacionamento e
pessoas saíram correndo também do Terminal 1
A CNN mostrou imagens
de um grande grupo de pessoas na pista, após o Terminal 2 ser esvaziado. No
perfil do aeroporto no Twitter, antes de confirmar o fechamento, uma mensagem
informava inicialmente que havia um incidente em curso no Terminal 2, no setor
de retirada de bagagem.
Em entrevista à
MSNBC, o senador Bill Nelson afirmou que o atirador é um homem chamado Esteban
Santiago, e que ele carregava uma identidade militar.
O governador da
Flórida, Rick Scott, está a caminho de Fort Lauderdale para acompanhar o caso.
O presidente dos EUA,
Barack Obama, foi informado e está recebendo informações sobre a situação,
segundo a Casa Branca. O presidente eleito, Donald Trump, postou uma mensagem
no Twitter, que está "monitorando a terrível situação na Flórida" e
que já falou com o governador. Ele também enviou orações a todos.
G1

