Quarta-feira, 26 de novembro-(11) de 2025
Matéria da Codecom/Mari-PB
Uma denúncia publicada nas redes sociais
tentou criar alarme ao afirmar que o Hospital Municipal Sagrado Coração de
Jesus estaria sem oxigênio por falta de pagamento. A declaração foi rapidamente
desmentida pela Diretora Administrativa do hospital, Wagna Souza, que
classificou o conteúdo como fake news grave e irresponsável.
A denunciante declarou que “o que aconteceu hoje ultrapassa qualquer limite
aceitável: a empresa responsável pelo fornecimento de oxigênio recolheu os
cilindros por falta de pagamento da gestão.”
Mas, segundo a Diretora Administrativa do Hospital, Wagna Souza, o único limite
ultrapassado foi o da responsabilidade de quem divulgou informação sem checar a
realidade e sem estar sequer no município.
Na prática, o que ocorreu foi apenas o procedimento padrão de qualquer
hospital: a remoção de cinco cilindros vazios para recarga, que retornam entre
esta quarta-feira (26) e quinta-feira (27).
Enquanto
isso, a unidade dispõe de 3 cilindros de 10m³ em uso e 7 de reserva, com a
mesma capacidade, além de ambulâncias devidamente abastecidas. Não houve
interrupção no fornecimento e nenhum paciente ficou desassistido. Outro trecho
da publicação afirma: “Denunciar isso não é política. É ética.”
A declaração levantou questionamentos imediatos entre profissionais da área, já
que propagar fake news sobre insumos vitais em um hospital fere qualquer noção
de ética médica ou sanitária.
“Diante da gravidade da acusação, surgem perguntas inevitáveis: Que conceito de
ética permite a divulgação de informações falsas sobre a existência de oxigênio
em um hospital público? É ética provocar insegurança em gestantes, idosos,
pacientes crônicos e seus familiares? É ética espalhar medo sobre um serviço essencial
sem verificar os fatos e sem contato com a equipe local?”, questionou a
Diretora.
A direção do Hospital Sagrado Coração de Jesus reforçou que a unidade está
abastecida, monitorada e atendendo normalmente. Para a equipe, “irresponsável”
não é a gestão, mas sim a tentativa de criar pânico na sociedade.
No campo da saúde, onde cada palavra pode influenciar vidas, verdade é
obrigação, não opção.
Veja vídeo confirmando a informação
Por: Codecom/Mari-PB

