Domingo, 18 de janeiro-(01) de 2026
Matéria do Poder Paraíba
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| “Candidato tem que pedir voto”, disparou, ao justificar a tendência de apoio ao prefeito de Patos - Foto: Felipe Leitão, deputado estadual. (Foto: Victor Emannuel/ Sistema Arapuan de Comunicação) |
Recém-filiado ao MDB, o deputado
estadual e vice-presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Felipe Leitão,
detalhou nesta quinta-feira (15), em entrevista à Rádio Arapuan FM, os motivos
que levaram à sua saída do Republicanos e revelou como pretende se posicionar
na disputa pelo Senado em 2026.
Felipe
afirmou que a decisão de deixar o partido foi tomada de forma “respeitosa”,
após conversas com o presidente estadual da legenda, Hugo Motta, e com o
presidente da ALPB, Adriano Galdino. Segundo ele, não houve ruptura pessoal,
mas divergência política em relação ao direcionamento do Republicanos,
especialmente diante do apoio da sigla à pré-candidatura de Lucas Ribeiro ao
Governo do Estado.
“Conversei demoradamente com Hugo Motta e com
Adriano Galdino. Eu saí pela porta da frente, mantendo amizade, respeito e
gratidão pelo Republicanos”, declarou.
Já no MDB, o parlamentar disse que passa a
integrar a coordenação da pré-campanha do prefeito de João Pessoa, Cícero
Lucena, ao Governo da Paraíba, e confirmou seu primeiro voto para o Senado em
Veneziano Vital do Rêgo.
Além disso, Felipe Leitão revelou que seu grupo
político foi procurado por Nabor Wanderley, também pré-candidato ao Senado, e
sinalizou tendência de adesão ao nome do prefeito de Patos no segundo voto.
“Existe uma tendência da gente, no segundo
voto, votar em Nabor Wanderley, até porque só foi quem me pediu o voto. Eu ouvi
aí uma indagação que dizia ‘candidato não pode escolher eleitor’, mas candidato
tem que pedir voto”, afirmou.
Na entrevista, Felipe ainda fez uma observação
direta sobre o governador João Azevêdo (PSB), pré-candidato ao Senado: segundo
ele, o chefe do Executivo estadual não teria procurado seu grupo político para
pedir apoio.
“João Azevêdo não me pediu o voto”, completou.
Por: Poder Paraíba

