Quinta-feira, 28 de janeiro-(01) de 2026
A conscientização sobre a importância do
diagnóstico precoce e o tratamento são fundamentais para a cura do paciente,
aponta a médica dermatologista Marina Rodrigues, que integra a equipe Funasa
Saúde, operadora de planos de saúde com mais de 30 anos de história.
Informar e prevenir
são palavras de ordem no combate à hanseníase, foco da campanha “Janeiro Roxo”
do Ministério da Saúde. A doença infectocontagiosa ainda é muito cercada de
preconceito. A conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce e o
tratamento são fundamentais para a cura do paciente, aponta a médica
dermatologista Marina Rodrigues, que integra a equipe Funasa Saúde, operadora
de planos de saúde com mais de 30 anos de história.
A Paraíba registrou 367 novos casos da hanseníase
ao longo de 2025, de acordo dados da Secretaria de Estado da Saúde
(SES). A taxa de detecção no último ano foi de 9,04 casos por 100 mil
habitantes, indicando redução no comparativo com 2024, quando o índice foi de
10,5 casos por 100 mil habitantes, com 429 ocorrências, uma redução de 62 casos
em relação ao ano anterior.
A médica Marina Rodrigues lembra que “a hanseníase
é uma doença infectocontagiosa, causada por uma bactéria, o bacilo de Hansen. É
uma doença que antigamente era chamada ‘lepra’, que a gente tem que
combater o estigma desse nome, porque gera ainda muito preconceito, muitas
dúvidas”. Ela enfatiza que o Brasil ainda é um país endêmico dessa doença, mas
frisa que “felizmente, é uma doença que tem cura, o paciente fica totalmente
curado”.
Marina Rodrigues ressalta a importância do
diagnóstico precoce. “O paciente deve ser diagnosticado com antecedência para
evitar que o quadro evolua para incapacidades funcionais”. E explica que “a
hanseníase é uma doença primariamente nervosa, ela atinge os nervos, e também
acomete a pele”. Ela acrescenta que “é importante sempre investigar qualquer
lesão na pele, uma mancha que o paciente não sinta, anestésica, se o paciente
machuca e não sente dor”. A mancha que sinaliza a hanseníase pode ser branca,
acastanhada ou avermelhada.
A especialista da equipe Funasa Saúde salienta
que, além das manchas que o paciente não sente, a hanseníase pode aumentar a
espessura dos nervos atrás do cotovelo, no dorso e nos pés. Maria Rodrigues
aponta, ainda, que o paciente pode apresentar formigamento, perda da força,
diminuição da sudorese e queda de pelos no local da lesão.
Marina Rodrigues aponta que o tratamento da
hanseníase é feito com antibióticos. A médica lembra que o diagnóstico é feito
por médicos dermatologistas e infectologistas e o médico generalista pode fazer
o diagnóstico e encaminhar para o especialista. “Além de ver o diagnóstico
precoce do paciente, a gente tem que ver quem são as pessoas contactantes do
paciente também. Deve-se fazer a prevenção dessas pessoas que convivem muito
com o paciente”, aponta a médica.
A dermatologista Marina Rodrigues reforça: “Se
perceber alguma manchinha que não sente, alguma perda de força, formigamento,
se o nervo fica mais espesso, procure um dermatologista”.
Sobre a
Funasa Saúde
A Funasa Saúde é uma associação genuinamente
paraibana que opera planos de saúde. Todas as informações sobre o processo de
adesão à Funasa Saúde estão disponíveis no perfil no Instagram da Funasa Saúde
(@funasasaude) ou através do telefone 3244-4220.
FUNASA SAÚDE
Instagran: @funasasaude
Por: pbnews

