Sábado, 28 de fevereiro-(02) de 2026
Matéria do Portal da Band.com
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| Freira é morta em Ivaí, interior do Paraná. Imagem: Foto: Divulgação |
“Somadas,
as penas em abstrato previstas no Código Penal para os quatro crimes, o acusado
pode ser condenado a uma pena que ultrapasse os cinquenta anos de reclusão.” A
afirmação é do delegado Hugo
Santos Fonseca, responsável pela investigação do assassinato da freira Nádia
Gavanski, de 82 anos.
O crime
aconteceu no último sábado, em Ivaí, na região central do Paraná. O homem foi
indiciado por homicídio qualificado, estupro qualificado, resistência e
violação de domicílio.
Imagens
de câmeras de segurança registraram o momento em que o suspeito pula o muro do
convento antes de invadir o local. Segundo o laudo pericial, foram
identificados sinais de violência física e sexual contra a vítima.
A Polícia
Civil concluiu o inquérito e encaminhou o caso ao Ministério Público, que deve
oferecer denúncia à Justiça. O caso causou grande comoção na cidade, onde a
freira era conhecida pelo trabalho religioso e social desenvolvido junto à
comunidade.
Se
condenado por todos os crimes, o acusado poderá cumprir pena que ultrapassa 50
anos de prisão.
Interferência política preocupa mercado
Na
avaliação de analistas do mercado, nenhuma dessas medidas terá efeito duradouro
se a empresa não enfrentar problemas considerados recorrentes em estatais: a
ingerência política na gestão e a falta de investimentos de longo prazo.
Para
parte dos economistas, uma alternativa seria abrir o capital da companhia e
vender uma fatia da estatal, em modelo semelhante ao adotado na Eletrobras.
Nessa estrutura, o governo permanece como maior acionista, mas reduz a
interferência direta no dia a dia da administração.
Segundo o
economista Renan Silva, a abertura de capital poderia beneficiar o governo e a
própria empresa. Ele afirma que “é bom para o governo, que pode arrecadar com
os dividendos, e para a empresa, que se torna mais competitiva e alcança melhores
resultados, sem o risco de continuidade de interferência política”.
Por
enquanto, a estratégia dos Correios segue apoiada em novos financiamentos,
programas de desligamento voluntário e venda de ativos, enquanto o governo
discute alternativas para reduzir o impacto das estatais nas contas públicas.
Por: Band.com

