Quinta-feira, 23 de abril-(04) de 2026
Entrega faz parte de uma remessa de 2,2 milhões de doses
enviadas esta semana a todos os estados e DF. Mais de 6,3 milhões de doses já
seguiram para todo o Brasil em 2026
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| Distribuição de doses contra a Covid-19 em 2026 chegou a 6,3 milhões, com estoques garantidos em todo o país. Foto: Myke Sena/MS |
O Governo do Brasil enviou mais 2,2 milhões de doses da
vacina contra a covid-19 para todos os estados e o Distrito Federal, garantindo
estoque suficiente para atender às demandas regionais. A Paraíba recebeu 56.304
doses do imunizante. Com essa entrega, o total de doses distribuídas pela pasta
nos primeiros meses deste ano chega a 6,3 milhões. Os estoques estão garantidos
em todo o país.
As vacinas ofertadas pelo SUS são as mais atualizadas contra
as cepas em circulação e seguem recomendadas de forma prioritária para os
grupos mais vulneráveis. “As vacinas continuam sendo a principal forma de
prevenir casos graves, hospitalizações e mortes pela doença. O Brasil tem doses
suficientes e segue garantindo o acesso da população à imunização”, afirma o
diretor do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti.
O Ministério da Saúde mantém quantitativo suficiente em
estoque para atender todo o país. A distribuição das doses às unidades de saúde
e a organização da logística local são de responsabilidade dos estados e
municípios, que gerenciam seus estoques, controle de validade e aplicação das
doses.
O envio é feito por meio de pauta automática, baseada em
critérios como estimativa da população-alvo e o número de doses aplicadas.
Estados podem formalizar solicitações adicionais caso identifiquem necessidades
excepcionais. Quando acionado, o Ministério realiza o envio de mais doses.
Abastecimento contínuo em todo o país
Entre janeiro e março de 2026, o Ministério da Saúde enviou
4,1 milhões de doses aos estados, com 2 milhões já aplicadas. Na oportunidade,
o estado da Paraíba foi contemplado com 93.302 doses.
Com a nova remessa enviada esta semana, a Pasta dá continuidade ao envio
regular e se soma aos estoques regionais para crianças e adultos, reforçando a
estratégia de ampliação da cobertura vacinal.
A distribuição é feita pelo Ministério da Saúde diretamente
às secretarias estaduais de saúde (SES), responsáveis pela logística de
recebimento e distribuição das doses aos municípios.
Quem deve se vacinar?
O esquema de vacinação contra a covid-19 no Brasil segue
diretrizes atualizadas, estruturadas conforme faixa etária e condições de
saúde, com foco na proteção dos grupos mais vulneráveis:
• Idosos
(a partir de 60 anos ou mais): duas doses, com intervalo de 6 meses entre
elas;
• Gestantes:
uma dose a cada gestação, em qualquer idade e fase gestacional,
respeitando intervalo mínimo de 6 meses desde a última dose;
• Crianças
(6 meses a menores de 5 anos): esquema básico de duas ou três doses,
conforme o imunizante;
• Pessoas
imunocomprometidas (a partir de 6 meses de idade): esquema básico com três
doses e recomendação de doses periódicas (uma dose semestral, com
intervalo mínimo de seis meses);
• População
geral (5 a 59 anos): uma dose para pessoas não vacinadas anteriormente.
A estratégia de vacinação também contempla outros grupos
especiais, como trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades, pessoas com
deficiência permanente, povos indígenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas,
população privada de liberdade, pessoas em situação de rua e trabalhadores dos
Correios.
A orientação é que a população procure a unidade de saúde
mais próxima para verificar a situação vacinal e manter a proteção em dia.
Cenário epidemiológico
A covid-19 é uma infecção respiratória causada pelo
SARS-CoV-2, com potencial de agravamento, especialmente em grupos de maior
risco, podendo evoluir para óbito. Em 2026, até 11 de abril, foram registrados
62.586 casos de síndrome gripal (SG) por covid-19. Também foram notificados
30.871 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG), sendo 4,7% por
covid-19 (1.456 casos), com 188 óbitos de SRAG por covid-19.
Diante desse cenário, a vacinação continua sendo a principal
forma de proteção. As vacinas oferecidas gratuitamente pelo SUS são seguras e
eficazes para prevenir casos graves, hospitalizações e óbitos. Por isso, é
fundamental manter o esquema vacinal atualizado, especialmente entre os grupos
mais vulneráveis.
Por: Nailson Júnior com fonte - SECOM /
Presidência da República

