Domingo, 28 de junho-(06) de 2026
Matéria do Portal Polêmica Paraíba.
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| Foto: Reprodução |
O fetiche por roupas e acessórios de látex, conhecido
como rubber, faz parte do universo BDSM e desperta curiosidade por
envolver peças confeccionadas com um material de aparência brilhante e textura
característica. Segundo especialistas em sexualidade, o interesse está
relacionado tanto ao uso das roupas quanto às sensações proporcionadas pelo
tecido, não sendo, necessariamente, ligado ao ato sexual em si.
A cultura rubber surgiu entre as décadas de
1970 e 1980, principalmente nos Estados Unidos e em países da Europa. Seus
praticantes são conhecidos como rubberistas e costumam
utilizar peças como macacões, luvas, botas, máscaras e outras roupas
confeccionadas em látex.
Especialistas destacam que o fetiche por látex é diferente
do fetiche por couro. Embora ambos possam estar presentes em práticas
semelhantes, o látex chama atenção pelo brilho intenso, pela elasticidade, pelo
toque liso e até pelo odor característico do material.
Outro aspecto que diferencia a prática é que, em alguns
casos, as roupas permanecem vestidas durante toda a experiência. O interesse
pode estar relacionado exclusivamente ao contato com o material,
independentemente da nudez.
Curiosidades sobre o universo “rubber”
• Vestir
as peças exige técnica: como o látex adere ao corpo, é comum o
uso de lubrificantes ou produtos específicos para facilitar a colocação
das roupas sem danificá-las.
• Há
eventos e concursos internacionais: encontros voltados à
comunidade rubber acontecem em diversos países, incluindo competições como
o Mr. Rubber, realizadas para reunir adeptos e promover a
cultura ligada ao fetiche.
• Nem
toda prática é indicada: segundo especialistas, algumas
atividades associadas ao universo rubber, como o uso de equipamentos de
vácuo, exigem cuidados rigorosos e podem oferecer riscos à saúde se
realizadas sem conhecimento técnico e medidas adequadas de segurança.
Especialistas ressaltam que fetiches fazem parte da
diversidade da sexualidade humana. Quando vivenciados de forma consensual,
segura e respeitando os limites de todos os envolvidos, não são considerados,
por si só, um transtorno ou problema de saúde.
Por: Polêmica Paraíba

