Domingo, 31 de Maio-(05) de 2026
De acordo com a agência reguladora, a decisão foi tomada em razão da redução das chuvas e da diminuição dos níveis dos reservatórios das hidrelétricas.
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| Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil |
Os consumidores brasileiros continuarão pagando um valor
extra na conta de energia elétrica durante o mês de junho. A Agência Nacional
de Energia Elétrica (Aneel) confirmou a manutenção da bandeira tarifária
amarela, o que representa um acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora
(kWh) consumidos.
De acordo com a agência reguladora, a decisão foi tomada em
razão da redução das chuvas e da diminuição dos níveis dos reservatórios das
hidrelétricas. Com menor disponibilidade de geração hidrelétrica, torna-se
necessário o acionamento de usinas termelétricas, que possuem custos de
produção mais elevados.
Durante os quatro primeiros meses do ano, os consumidores
foram beneficiados pela bandeira verde, sem cobrança adicional. No entanto, em
maio a bandeira amarela voltou a ser aplicada e seguirá em vigor também em
junho.
Criado pela Aneel em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias
tem o objetivo de informar aos consumidores os custos reais da geração de
energia no país. As cores indicam as condições de produção e os gastos do
sistema elétrico nacional, que são avaliados mensalmente pelo Operador Nacional
do Sistema Elétrico (ONS).
Confira os valores das bandeiras tarifárias:
• Bandeira
Amarela: acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos;
• Bandeira
Vermelha – Patamar 1: acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos;
• Bandeira
Vermelha – Patamar 2: acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos.
A orientação é que os consumidores adotem medidas para
economizar energia e evitar um impacto ainda maior na conta de luz nos próximos
meses.
PORTAL CONTINENTAL com créditos do ClickPB

