Sábado, 21 de março-(03) de 2026
Matéria do Blog do Bruno Giobanni
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| Foto: Reprodução |
Integrantes do STF, da PGR e da Polícia Federal indicaram
que só aceitarão um eventual acordo de delação premiada de Daniel Vorcaro se for
completo, sem omitir envolvidos. De acordo com informações da jornalista Tainá Falcão, da CNN, não
haverá espaço para colaboração parcial que beneficie alguns
investigados em detrimento de outros.
A sinalização dos órgãos envolvidos é de
que qualquer acordo precisa incluir todas as informações disponíveis e
possíveis participantes citados. Segundo a apuração, a posição representa
uma mudança em relação a uma estratégia inicial atribuída à defesa de Vorcaro,
que considerava priorizar a citação de políticos, evitando ministros do STF.
Essa possibilidade teria sido descartada diante do entendimento conjunto das
instituições.
Nos bastidores,
investigadores reforçam que a delação precisa vir acompanhada de provas
consistentes. Integrantes da PGR lembram, segundo a apuração, que acordos
frágeis já foram questionados no passado, como ocorreu em desdobramentos da Operação Lava Jato, quando
parte das colaborações foi revisada por falta de comprovação.
O trabalho conjunto entre a Polícia Federal e a PGR é
apontado como um fator para dar mais agilidade ao processo.
A transferência de Vorcaro para uma unidade da PF e a assinatura de
um termo de confidencialidade são vistos, segundo fontes, como indicativos de
avanço nas negociações.
Por: Blog do Bruno
Giovanni

